sexta-feira, 15 de abril de 2011

Foo Fighters - The Pretender

What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays?
You're the pretender
What if I say that I will never surrender?


terça-feira, 12 de abril de 2011

Movimento Musical Desunido de Cuiabá

O movimento perde o encanto quando a motivação é puramente egoísta, e simplista é o camarada que joga pedras no que não concorda.
É engraçado: já que discordar é parte essencial do processo democrático e, vadio, não decorre nem concorda com o diálogo por propriedade, sem seriedade.
Retórico, reticente, retirante, roedor que morde os próprios calcanhares, já que teus pseudo-inimigos travam as mesmas batalhas - e do mesmo lado!
Enquanto isso o real tirano, que defeca para os ínfimos proletários desunidos, faz algazarra com as vitórias sucessivas. Sua felicidade está em não ser incomodado, pois os subjulgados degladiam-se entre si.

Enquanto poderiam ajudar-se, vocês chingam uns aos outros.
Ao invés de crescer juntos, brigam por atenção.
São todos tal qual ladrão; não vivem por si sós.
Baita bosta.

Ankh
11-04-2011
Pensando em coisas ouvidas, lidas e interpretadas. Calhordas: joguem seu tempo fora sozinhos!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Idade da razão.

Cultura da imbecilidade.
Reflexos de pensamentos desconjuntados.
Frases curtas, verbos incongruentes.
Fluente?
O pacto social da ignorância mútua.
Eu te ignoro, tu me ignoras.
Se ignorarmos o mundo a felicidade virá fácil: um prato de feijão, sexo e televisão.

Ankh
04-04-2011

terça-feira, 29 de março de 2011

quinta-feira, 3 de março de 2011

Buscando escoras, lava as mãos com sangue alheio
E a espora, que dança na línga com verbos e colóquios
Não responde ao certo quanto lhe será cobrado
Já que o pulso armado é apenas parte do obséquio
Que não corresponde à vida em ócio.

Ankh
Não sei de quando é, encontrei em algumas anotações de trabalho.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Em fila

Não há movimento na estrada
E o tempo parado me cala
Se cego espero a dormir


A filha, da mãe que não tem coragem
Do pai que só bebe bobagem
E enfrenta o mundo em pregos
Sem dentes, não quer mais sorrir

Outro instante passa na tela
E essa constante entorpece
(Se honrado) prostrado em terra, o infeliz perece
na parede, incerta, a memória favela

Quer pão? Sem mão?
De outro tanto a pedir perdão
Quer mãe? Quer Pai?
Desse encanto a esperança se esvai.


Enquanto a saudade, tão bela,
Sorrindo, deitada em prece
A saúde velha estremece
Na parede a memória é favela
E é sempre o mesmo que espera


Quer pão? Sem mão?
De outro tanto a pedir perdão
Quer mãe? Quer Pai?
Desse encanto a esperança se esvai.

Ankh
Idealizada como letra para uma música, de 2005.

sábado, 1 de janeiro de 2011